Rádio Hinos Inspirados


domingo, 31 de maio de 2020

18 RAZÕES PORQUE A IGREJA SERÁ ARREBATADA ANTES DA TRIBULAÇÃO




por Norman Geisler


1. A Igreja não É Mencionada como Estando na Terra durante a Tribulação

2. A Igreja (a Noiva) É Mencionada como estando no Céu durante a Tribulação

3. As Referências à Tribulação sobre os Crentes Terrenos não Estão Relacionadas com a Igreja

4. A Igreja É Livrada da Hora da Tentação

5. A Igreja É Salva da Ira de Deus

6. O Arrebatamento da Igreja Explica a Súbita Apostasia

7. Um Conceito Realista de Iminência Sugere um Arrebatamento Pré-Tribulacional

8. A Igreja não está Destinada ao “Tempo de Angústia para Jacó”

9. A Esperança Purificadora do Arrebatamento Sugere a sua natureza Pré-Tribulacional

10. A Bem-Aventurada Esperança do Arrebatamento Sugere a sua Natureza Pré-Tribulacional

11. O Tempo da Recompensa dos Crentes Sugere um Arrebatamento Pré-Tribulacional

12. A Diferença entre a Vinda de Cristo para seus Santos e posteriormente a Sua Vinda com Eles Mostra que se Trata de um Arrebatamento Pré-Tribulacional

13. O Fato de as “Nações Ovelhas” Entrarem no Milênio Sustenta um Arrebatamento Pré-Tribulacional

14. O Tempo Necessário para os Juízos de Deus, depois do Arrebatamento, no Final da Tribulação, Sustenta o Pré-Tribulacionismo

15. A Vinda nos Ares vs. a Vinda à Terra Sustenta o Pré-Tribulacionismo

16. O Arrebatamento como um Mistério Sustenta o Pré-Tribulacionismo

17. O Arrebatamento como não Sendo parte do “Dia do Senhor” Sustenta o Pré-Tribulacionismo

18. A Promessa de Cristo de Retornar Contida em João 14 Sustenta o Arrebatamento


Extraído de Teologia Sistemática volume 2, parte 2, cap. 16, pp. 996-1005

O DITO "CRISTÃO" NOMINAL




Eufemismo Datação: 1836
Substantivo masculino
Rubrica: linguística.

Palavra, locução ou acepção mais agradável, de que se lança mão para suavizar ou minimizar o peso conotador de outra palavra, locução ou acepção menos agradável, mais grosseira ou mesmo tabuística: dianho (por 'diabo', palavra que o povo procura evitar), etc. Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa 3.0

 
De uns tempos pra cá, por conta do politicamente correto, para não passar a ideia de ser uma pessoa chata, radical e quadrada, aquele creeente à moda antiga, alguns ditos cristãos têm suavizado princípios bíblicos para, digamos assim, passarem uma imagem mais descolada e fofinha, como que educado nas melhores escolas de etiqueta e, com isso, buscando atrair a atenção de outras pessoas. Um exemplo prático: outrora se dizia que a pessoa que tinha largado a Igreja e voltado para o mundo estava desviada. Hoje, trocaram e suavizaram o termo para afastada, pois – dizem eles – desviado é o Diabo. Apenas para se ter uma ideia de como o politicamente correto eufemismo tem fincado raízes em meio à Ekklesia.


Mike McKinley diz: Um cristão nominal é um cristão apenas no nome. [...] não há fome espiritual em suas vidas, não há desejo de conhecer melhor a Deus. [...] Eles vivem para outras coisas. Não têm suas vidas guiadas por Deus. Eles não vão a Deus para obter perdão.


E a Bíblia? Chama uma pessoa assim de quê?

a. DESCONHECIDO: "Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade". Mt 7.23

b. MORTO: "você tem fama de estar vivo, mas está morto" Ap 3.1


Em Antioquia, os discípulos foram, pela primeira vez, chamados de cristãos”. At 11.26



1. CRISTÃO É quem crê publicamente em Cristo

2. CRISTÃO É quem professa publicamente a Cristo

3. CRISTÃO É quem vive os ensinamentos de Cristo

4. CRISTÃO É quem é discípulo de Cristo

5. CRISTÃO É quem se parece com Cristo

6. CRISTÃO É quem entregou de fato a sua vida a Cristo



Em nome da finesse, pecado ficou mais fofo, inferno mais light, Reino de Deus mais zoado.

Que Cristianismo é esse que se vive no século XXI?

O TEMPORA, O MORES!
 
Ir. Márcio da Cruz

A NATUREZA DO CORPO RESSURRETO - parte 3



Fechando a série A Natureza do Corpo Ressurreto, vejamos como explica Wayne Grudem:

Se Cristo ressuscitará o nosso corpo dentre os mortos na ocasião da sua volta, e se o nosso corpo será semelhante ao corpo ressurreto de Cristo (1Co 15.20,23,49; Fp 3.21) com que se parecerá o nosso corpo ressurreto?

Que tipo de continuidade haverá entre o nosso corpo presente e o nosso futuro corpo ressurreto? Será que o nosso corpo será idêntico ao atual, tendo as mesmas características? Ou será ele um pouco diferente? Ou será ainda completamente diferente? E será que o nosso corpo ressurreto será feito das mesmas moléculas das quais são formados o nosso corpo terreno? Ou será ele uma criação de Deus inteiramente nova? Ou será tal corpo uma combinação do novo e do velho?

Diversos textos indicam que Paulo esperava uma certa continuidade entre nosso corpo terreno atual e o futuro corpo ressurreto. Ele afirmou: “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos vivificará também o vosso corpo mortal” (Rm 8.11). Ele disse que Jesus “transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória” (Fp 3.21). E quando Paulo falou da natureza do corpo da ressurreição, deu o exemplo da semente plantada no solo: “E, quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado” (1Co 15.37-38). Nesse exemplo, ele se baseia na experiência humana comum de que há diferença entre o que se semeia e o que nasce (v. 42-44), mas há também continuidade – assim como uma semente cresce até tomar-se uma planta maior, retendo o que nela havia, mas também extraindo para si outros nutrientes do solo. Assim, nós também teremos tanto continuidade como diferenças. Nessa analogia podemos dizer que tudo o que de nosso corpo físico permanece na sepultura será tomado por Deus, transformado para construir um novo corpo ressurreto. Todavia, os detalhes de como isso acontecerá ainda não estão claros para nós, visto que as Escrituras não especificam esses detalhes - devemos afirmar isso porque é isso que a Bíblia ensina, mesmo que não possamos explicar plenamente como isso pode acontecer.

Outra indicação da continuidade significativa entre o nosso corpo presente e o corpo que teremos é vista no fato de que aqueles cristãos que permanecerem vivos até o dia da volta de Cristo “serão transformados” – apesar de que seus corpos não serão substituídos: “Nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao soar da última trombeta. Pois a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade” (1Co 15.51-53).

Outro indício que aponta para a continuidade entre o corpo terreno e o celestial é o fato de que aparentemente as pessoas se reconhecerão umas às outras no céu. Jesus diz que muitos virão do Oriente e do Ocidente e “tomarão lugares à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus” (Mt 8.11). Além do mais, Elias, que fora arrebatado ao céu em corpo terreno, de alguma forma mostrou-se reconhecível pelos discípulos no monte da transfiguração (Lc 9.30,33) – naturalmente, os discípulos não tinham conhecido Elias nem Moisés na carne, mas de algum modo esses homens mantiveram sua identidade pessoal de tal maneira que os discípulos creram que eles estavam lá, sendo tão reais como o próprio Jesus (veja Lc 9.33). Finalmente, Mateus diz-nos que quando Jesus morreu, “abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; e, saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos” (Mt 27.52-53). O fato de que o corpo real dessas pessoas foi ressuscitado, e por terem eles aparecido a muitos em Jerusalém, indica novamente que havia alguma continuidade entre o corpo morto deles que estava na sepultura e o corpo que ressuscitou. Visto que saíram dos sepulcros “depois da ressurreição de Cristo” podemos pressupor que também eram santos que tinham recebido o corpo da ressurreição, como um antegozo do dia final da glorificação quando Cristo voltar. O fato de que essas pessoas “apareceram a muitos” sugere que elas eram reconhecíveis – o povo sabia quem elas eram. Novamente a evidência é sugestiva e não conclusiva, e mesmo assim aponta na direção de uma continuidade entre o corpo anterior à ressurreição e o que veio a existir depois dela.

O Deus que criou o universo e cada um de nós, e que reina soberanamente sobre cada partícula da criação a cada momento, e que sustenta todos as coisas pela sua palavra de poder, pode certamente manter o registro das partes de nosso corpo físico que ele desejar preservar e usá-las como a “semente” da qual um novo corpo será feito.


Teologia Sistemática – Atual e Exaustiva, Nova Edição com Índices, Parte 5, cap. 42, pp. 697, 700, 701

A NATUREZA DO CORPO RESSURRETO – parte 2




Ainda sobre a natureza da ressurreição dos corpos e a matéria que compõem os corpos, Henry Clarence Thiessen diz:

II. A Natureza da Ressurreição

Mas alguém dirá: “Como ressuscitam os mortos? E em que corpo veem?” (1Co 15.35). É este agora o assunto a ser por nós investigado. Observemos primeiro que as Escrituras falam de três tipos de ressurreição: Uma ressurreição judicial, na qual o crente foi ressuscitado com Cristo (Rm 6.4,5; Ef 2.5,6; Cl 2.12,13), uma ressurreição espiritual, equivalente à regeneração (Jo 5 25,26), e uma ressurreição física (Jo 5.28,29). Estamos interessados agora na ressurreição física e observamos:

1. O Fato da Ressurreição do Corpo. As Escrituras indicam que o corpo será ressurreto de pelo menos quatro maneiras:

(1) Em declarações claras a esse respeito (Jó 19.25,26; Sl. 16:9; Jo 5.28, 29; 1Co 15.44). Quanto aos dois tipos de corpo mencionados na última referência, Strong diz:

Esses adjetivos “psíquico” e “espiritual” não definem o material dos respectivos corpos, mas sim aqueles corpos em suas relações e adaptações, em seus poderes e usos. O corpo presente é adaptado e planejado para o uso da alma; o corpo da ressurreição será adaptado e planejado para o uso do espírito. Op. cit., pág. 1017.

Ele cita Goodwin, que disse:

O corpo espiritual é corpo, e não espírito, e, portanto, deve aparecer sob a definição de corpo. Se fosse um simples espírito, então todo homem no estado futuro teria dois espíritos - o espírito que tem aqui e outro espírito recebido na ressurreição. Ibid.

(2) Na declaração de que o corpo está incluído em nossa redenção (Rm 8.23-26; 1Co 6.13-15,19,20). Quando Cristo morreu por nós, morreu pelo homem todo. Os benefícios completos de Sua expiação não são cumpridos até que o corpo tenha sido tornado imortal, o que se dará na ressurreição.

(3) No tipo de corpo com que Cristo ressurgiu. Ele ressurgiu em um corpo físico (Lc 24.39; Jo 20.27); e negar a ressurreição física é negar a ressurreição física de Cristo (1Co 15.13).

(4) Na literalidade da volta e dos julgamentos do Senhor. O homem Cristo Jesus voltará para julgar, não espíritos incorpóreos, mas sim homens corpóreos (ITs 4.16,17; Ap 20.11-13). Por que Ele viria julgar “espíritos” que já se encontram em lugares de gozo ou castigo? Assim, vemos que haverá uma ressurreição corporal.

2. A Natureza da Ressurreição do Corpo. Pode ser dito, de modo geral, que a ressurreição do corpo não será uma criação inteiramente nova. Se assim o fosse, não seria o corpo presente, e sim um outro. Este ponto de vista é sustentado por I Co. 15 :43, 44,53, 54. Nem, por outro lado, será o corpo ressurreto necessariamente composto, em cada detalhe, de partículas idênticas às contidas neste corpo (1Co 15.37,38).

Tudo o que as Escrituras nos permitem dizer é que o corpo ressurreto manterá uma relação ao corpo presente semelhante a que o trigo na haste mantém ao grão enterrado no chão que deu-lhe origem. Consideraremos a seguir o que acontecerá aos corpos dos crentes e depois aos corpos dos não crentes.


Palestras em Teologia Sistemática, cap. XLIV, pp. 356, 357

A NATUREZA DO CORPO RESSURRETO – parte 1



Comentando se o corpo ressurreto tem as mesmas partículas que tinha antes da morte, Norman Geisler diz:

“Nós seremos ressuscitados nos mesmos corpos físicos nos quais morremos. Na Sua ressurreição, o corpo de Jesus deixou o sepulcro, sendo físico e tangível, tendo até mesmo as marcas da crucificação (Lc 24.3,39,40). Os nossos corpos serão como o Seu corpo (Fp 3.21).

Primeiro, o que restar do corpo sepultado no sepulcro sairá e será parte do corpo ressurrecto. Jesus disse: “todos os que estão nos sepulcros” (isto é, os restos corporais) “sairão” (Jo 5.28,29). Ezequiel falou sobre os “ossos” dos mortos se juntando (Ez 37.1-6), e “muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão” (Dn 12.2). Depois que Jesus ressuscitou, “abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados; e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na Cidade Santa e apareceram a muitos” (Mt 27.52,53).

Segundo, aquilo que jamais foi colocado no sepulcro, nem foi tirado dele, será rearranjado, por Deus, de onde estiver, ou substituído por outras partículas, pelas Suas mãos onipotentes. Deus não é limitado por partículas dispersas, nem por encontrar outras.


*extraído de Teologia Sistemática, volume 2, Apêndice Um, p.1040